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Carne mais saborosa do mundo: boi recebe massagem e dorme com música clássica

Carne mais saborosa do mundo: boi recebe massagem e dorme com música clássica

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O Boi Wagyu é considerado como a carne mais saborosa do mundo. A criação do animal desperta curiosidades fascinantes, assim como o seu sabor. 

Hoje, queremos trazer 8 curiosidades sobre essa peça bovina, que impressiona pelo seu aspecto visual e preço de venda.

Com os consumidores interessados em experiências gastronômicas diferenciadas, quem sabe não é uma boa ideia de negócio começar a vender o Boi Wagyu?

 

1. A sua origem é oriental

 

A palavra “Wagyu” já revela a origem da carne. “Wa” significa “Japão” e “Gyu” corresponde à palavra “Gado”. Ou seja, “gado japonês”.

Com sua origem oriental, o Wagyu conquistou paladares pelo mundo afora devido ao marmoreio da carne e suculência.

Uma grande novidade para quem pensa que o Japão só exporta frutos do mar e arroz.

 

2. O Boi Wagyu recebe massagens para garantir a maciez da carne

 

O boi Wagyu recebe massagem como parte de um cuidado delicado para garantir a qualidade da carne. 

Essa prática visa reduzir o estresse animal, promover a sua circulação sanguínea e distribuir uniformemente a gordura intramuscular. 

Ainda, muitos criadores de Wagyu expõem o gado à música clássica. O objetivo é criar um ambiente mais calmo, melhorando a qualidade da carne.

O resultado é uma carne reconhecida mundialmente por sua textura macia e marmorizada.

Leia mais:
Vender mais carne no açougue: como aumentar os lucros

 

3. O Kobe Beef é o mais caro do mundo

 

O Kobe Beef é considerado o mais caro do mundo, podendo chegar ao preço de venda de R$ 1 mil por quilo. O valor final depende do corte, peso e classificação do marmoreio. 

Derivado do gado Wagyu, o Kobe Beef é valorizado pelos rigorosos padrões de produção. Isso contribui para sua raridade e elevado preço no mercado gourmet.

 

4. A dieta do Boi Wagyu inclui grãos, cereais e cerveja

 

A dieta cuidadosamente planejada do gado Wagyu é um componente crucial na produção desta carne nobre. 

Os criadores optam por alimentar os animais com uma combinação de grãos, como milho e cevada, para promover o acúmulo de gordura intramuscular. 

Isso ajuda a criar a marmorização da carne, além de ajudar a acentuar o sabor intenso da proteína.

Além dos grãos, alguns produtores introduzem a cerveja na dieta dos animais. Isso é feito para estimular o apetite do gado e melhorar a qualidade da carne. O saquê também é incluído na dieta do gado.

Vale ressaltar que essa dieta especial é custosa. Sendo assim, a produção nacional do Boi Wagyu é mais flexível e tradicional. 

No Japão, por outro lado, a criação é mais delicada e rigorosa.

 

5. Os cuidados com o Boi Wagyu começam na gestação

 

Os cuidados com o gado Wagyu já começam na gestação. Os produtores implementam programas de suplementação alimentar para explorar o potencial genético dos animais recém-nascidos.

Afinal, a maciez, o marmoreio e a suculência dependem da predisposição genética dos bezerros e não dependem única e exclusivamente da alimentação. 

Ainda, o aleitamento pós-nascimento é controlado para evitar estresse e disputas entre bezerros, preservando a qualidade da carne do animal. 

Diante desses fatores, o valor médio de um bezerro Wagyu pode superar a marca de R$ 6 mil.

 

6. O bem-estar animal é fundamental para a criação do Wagyu

 

A dieta especial, ambiente controlado e cuidado individual são fatores essenciais na criação do Wagyu.

A temperatura, umidade e espaço são aspectos gerenciados de perto. Isso é feito para garantir o conforto do animal.

Ambientes limpos e bem-cuidados influenciam positivamente na qualidade da carne, já que o estresse pode afetar negativamente a textura e o sabor.

Essa abordagem personalizada está de acordo com a ética na criação de gado, uma tendência do setor do agronegócio, especialmente nos padrões internacionais.

 

7. O pecuarista precisa de certificação para criar Wagyu

 

A criação de Wagyu exige certificação, que pode ser obtida através da Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos das Raças Wagyu (ABCBRW).

Para obtê-la, o pecuarista deve atender às exigências específicas, tais como:

  • Registros genéticos do animal; 
  • Manejo ético;
  • Alimentação controlada; 
  • Políticas de cuidados com a saúde e bem-estar dos animais; 
  • Implementação de rastreabilidade;
  • Altos padrões de higiene e ambiência;
  • Conformidade com as normativas locais, nacionais e internacionais.

Devido à complexidade do processo, a estimativa média do rebanho nacional de Wagyu de origem pura não ultrapassa 5 mil animais.

Continue lendo: Açougue: como garantir a qualidade das carnes nobres

 

8. O preço da peça depende do marmoreio e do corte da carne Wagyu

 

O valor da carne Wagyu é influenciado pelo grau de marmoreio e pelo tipo de corte. 

Enquanto o marmoreio depende da genética, alimentação e tratamento do animal, o corte depende somente do açougueiro.

Por exemplo, cortes delicados, como o filé-mignon e o contrafilé, são altamente valorizados por sua textura e sabor. O preço médio destas peças pode chegar a R$ 600.

Para obter melhores resultados, é recomendável o uso de máquinas profissionais de açougue

A serra fita é uma delas e esta máquina oferece precisão na realização desses cortes refinados. 

Investir em máquinas adequadas preserva a qualidade do alimento, não apenas em carnes premium, mas em qualquer tipo de corte.

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